O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Parintins realizou, na tarde desta sexta-feira (27), o 1º Encontro dos Profissionais da Saúde Indígena.
O evento foi marcado por ser um momento importante de diálogo, escuta e alinhamento das ações que irão fortalecer ainda mais o trabalho do órgão ao longo de 2026.
Participaram do encontro o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi), Eudes Batista; o gestor da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), Erlisson Cidade; o cacique-geral do povo Hixkaryana, Zaqueu Seya; a vereadora de Barreirinha, Jociane Siqueira; a chefe da CASAI Parintins, Francivalda Rodrigues; e colaboradores do DSEI Parintins.
Além disso, o coordenador do DSEI Parintins, Jecinaldo Sateré, anunciou o início dos trabalhos de humanização nas Casas de Apoio à Saúde Indígena (CASAIs). “Nós visitamos as quatro CASAIs — de Parintins, Nhamundá, Maués e Manaus — e identificamos grandes desafios que precisam de melhorias para atender nossos pacientes. Por isso, anunciamos o assistente social Manoel Ribeiro, que possui grande experiência e será o ponto focal para promover o diálogo e buscar soluções para esses problemas, levando melhorias e mais dignidade às CASAIs”, disse Jecinaldo Sateré.
A chefe da CASAI Parintins, Francivalda Rodrigues, contou que recebeu o anúncio com alegria e desejou sucesso a Manoel Ribeiro na nova jornada.
“Eu recebo com muita felicidade esse olhar especial para as CASAIs, que de certa forma refletem o que acontece na área indígena. Quero parabenizar o nosso coordenador Jecinaldo por esse olhar acolhedor e sensível à população indígena de Parintins. Desejo sucesso ao Manoel, que estará à frente desses trabalhos nas CASAIs. Estaremos de portas abertas para recebê-los em busca de melhorias para nossa população indígena de Parintins”, destacou.
A enfermeira Legiane Gama, que irá atuar na Aldeia Kassawá, no Alto Nhamundá, avaliou de forma positiva o 1º Encontro dos Profissionais da Saúde Indígena.
“O encontro foi muito acolhedor, porque eu ainda não tinha visto um acolhimento com o próprio coordenador para ouvir as demandas e conhecer cada profissional. Não é fácil trabalhar em território, assim como na CASAI também há suas dificuldades”, afirmou.
Fotos: Niash dos Anjos
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