O coordenador do DSEI Parintins, Jecinaldo Sateré, durante três dias, visitou aldeias de difícil acesso para ouvir as demandas da população. A comitiva foi composta pelo coordenador da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), Erlisson Cidade, e pelo presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi), Eudes Batista.
Na quinta-feira (2), a primeira aldeia visitada foi Campo Branco, no Rio Maria Kuã, a última aldeia do Andirá Marau. Após três horas de viagem de lancha, a equipe chegou à Aldeia Ipiranga, no Rio Mamuru.
Na manhã de sexta-feira (3), a comitiva conversou com os moradores da aldeia Nossa Senhora Aparecida, também na região do Mamuru.
Depois, a equipe seguiu para a Aldeia Cafezal, no Alto Nhamundá, onde também reuniu os caciques das aldeias Porteira, Jutaí, Riozinho, Cafezal, Matrinxã, Praia Grande, Gavião, Bilontra, Jenipapo e Novo Castanhal.
O coordenador do DSEI Parintins, Jecinaldo Sateré, destacou que a ida da comitiva aos territórios é de suma importância para conhecer de perto a realidade dos povos indígenas e, junto com as lideranças, adotar medidas emergenciais.
“Foi importante ter a presença do DSEI Parintins, AgSUS e Condisi nos territórios porque encontramos realidades em questões para as quais precisamos dar uma resposta emergencial. Outras questões, mais estruturais, requerem um certo tempo para avaliarmos e darmos uma resposta a essa população que vive em área de difícil acesso. Para nós, foi um momento oportuno de ouvir as lideranças e juntos buscarmos ações que levem melhor qualidade de vida às aldeias”, falou.
A equipe encerrou a agenda neste sábado (4) na Aldeia Riozinho, onde participou da abertura do curso de técnico em enfermagem indígena e acompanhou a chegada por aeronave dos insumos e medicamentos para os profissionais de saúde que passarão 30 dias na aldeia atendendo os moradores.
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