A meliponicultura, criação racional e manejo de abelhas sem ferrão (meliponíneos), focada na produção sustentável de mel, é uma atividade que se desenvolve em Parintins. O empreendimento cresce com a orientação técnica dada pela Prefeitura de Parintins, por meio de profissionais da Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento (SEMPA). Nesta manhã, 10, uma ação foi desenvolvida na fazenda Refúgio dos Blancos, no bairro Pascoal Allágio.
O trabalho de análise e orientação contou com equipe técnica formada pelos profissionais Antônio Oliveira e Lindomar Freire (Técnicos em Agropecuária), Gabrielle Brandão (Zootecnista), Simone Coelho (Técnica), além da assistência dada pelo coordenador de produção animal da SEMPA, zootecnista Carlos Alexandre Góes (mestre em Ciência Animal). O grupo observou o meliponário (estrutura destinada à criação de abelhas sem ferrão) para avaliar o andamento das atividades.
O meliponário é uma iniciativa do senhor João Batista Pardo e, hoje, conta com a filha Elaine Blanco. O local possui mais de 40 colmeias de madeira e tem o acompanhamento da SEMPA no manejo das estruturas e no cuidado com as abelhas. Segundo dona Elaine, o trabalho melhorou com a assistência técnica dada pela Prefeitura de Parintins.
“Desde que conheci o Alexandre, ele vem com equipe aqui, me orienta, me mostra como fazer. Então, é muito importante isso para orientar as pessoas, principalmente, quem está iniciando, que não sabe como fazer e como agir com elas (abelhas)”, relata a produtora Elaine Blanco.
De acordo com a zootecnista da SEMPA, Gabrielle Brandão, a assistência dada ao empreendedor é uma política pública adotada pelo prefeito Mateus Assayag que visa ajudar a desenvolver o empreendimento do micro, pequeno e grande produtor.
“Estamos horando o compromisso do prefeito Mateus e da Secretaria de Produção e Abastecimento em dar assistência e orientações quanto ao manejo e produção. A gente veio verificar a questão de alimentação artificial, como estão as caixas (meliponário), a saúde das abelhas, a questão de insetos e pragas que podem ser vulneráveis à produção e orientar os produtores do que deve ser feito em questão do manejo”, explica Gabrielle Brandão.
Texto e foto: Eldiney Alcântara – SEMPA/SECOM
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