O primeiro dia do Seminário sobre Incentivos Fiscais da Sudam, realizado nesta segunda-feira (7), em Manaus, reuniu economistas e profissionais das áreas contábil e administrativa em uma programação voltada à qualificação técnica e à atualização dos procedimentos relacionados aos incentivos fiscais federais na Amazônia.
Promovido pelo Conselho Regional de Economia do Amazonas e Roraima (Corecon-AM/RR), em parceria com a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), o Conselho Regional de Administração do Amazonas (CRA-AM) e o Conselho Regional de Contabilidade do Amazonas (CRC-AM), o evento ocorre no Auditório da Fecomércio e segue até esta terça-feira (8).
A programação do primeiro dia abordou os mecanismos de concessão dos incentivos fiscais federais, especialmente a redução do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e o reinvestimento de 30%. Também foram apresentadas atualizações no manual de procedimentos, que devem trazer mais agilidade, assertividade e eficiência na análise e aprovação dos benefícios.
Segundo o presidente do CORECON-AM/RR, economista Marcio Paixão, o seminário cumpre um papel fundamental ao preparar os profissionais responsáveis pela elaboração e apresentação de projetos econômicos-financeiros à SUDAM. “Trata-se de uma importante ação de capacitação que visa atualizar os economistas projetistas para que possam atuar com maior qualidade, segurança e assertividade, acompanhando as mudanças que buscam aprimorar e dar velocidade no processo de aprovação dos incentivos; e com isso quem ganha são as empresas, que terão acesso a esses benefícios, o governo pela melhoria na dinâmica econômica e a população que terá maior oferta de postos de trabalho”, ressaltou.
O presidente também destacou a relevância dos incentivos fiscais para o desenvolvimento socioeconômico da região, especialmente no fortalecimento e no melhoramento da atividade econômica empresarial. “Quando aprovamos projetos de incentivos fiscais, reduzimos a carga tributária, como no caso do IRPJ que pode chegar a 75% de redução, com isso criamos condições favoráveis para que as empresas tenham mais recursos financeiros disponíveis para investir, expandir, modernizar linhas de produção e, portanto, gerar emprego e renda. Esse processo reflete positivamente estimulando o crescimento econômico, o bem estar da população e o desenvolvimento da indústria na Amazônia”, afirmou Paixão.
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