O DSEI Parintins realiza, na terça (26), quarta (27) e quinta-feira (28), a capacitação em vigilância do óbito infantil, fetal, materno e por causa mal definida em contexto intercultural.
A abertura aconteceu no Cetam e contou com a presença do coordenador substituto Demétrio Evangelista; do chefe da DIASI, Anderson Gondim; do assessor técnico da AgSUS, Andrey Thomassen; do presidente do Condisi, Eudes Batista; do coordenador do Núcleo 1, o enfermeiro Luiz Roberto; e da coordenadora da Vigilância em Saúde, Elaine Pires, além de profissionais da saúde.
O enfermeiro Luiz Roberto informou que a coordenação do DSEI Parintins priorizou esta capacitação, que contou com a participação de profissionais da saúde indígena que atuam nos territórios, além de profissionais do município e do Hospital Padre Colombo.
“A gente está qualificando esses profissionais para que eles possam atuar em sua máxima competência dentro da área e na questão da própria investigação dos óbitos que ocorrerem, como entrevistas domiciliares e investigações ambulatoriais, que são informações importantes para que possamos chegar à conclusão da causa básica do óbito e, posteriormente, informar no sistema de informação”, explicou.
A enfermeira Hiana Machado, que atua no Polo Base Umirituba, destacou que a capacitação é de suma importância para a Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI) e pela participação do controle social.
“Além disso, isso contribui para enriquecer ainda mais o nosso conhecimento, para que possamos fazer um trabalho de excelência no território e levar também para a população essa experiência que estamos tendo em prol da saúde indígena”, destacou.
Neste primeiro dia, os participantes acompanharam palestras realizadas nos períodos da manhã e da tarde pelo enfermeiro Luiz Roberto e pela fisioterapeuta intensivista e neonatal Iana Albuquerque.
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